É uma constante neste nosso mercadinho de literatura fantástica: escritores que pagam caro para publicar e agentes literários que prometem lançá-los mediante um módico pagamento.Quero falar um pouco disso.
Sim, é verdade que só posso falar do que funciona ou funcionou comigo, então não espere qualquer regra; são apenas meus dois centavos. Não pretendo, por enquanto, pagar para publicar um livro - há uma exceção, da qual espero poder falar em um futuro próximo. Espero dedicar-me com mais afinco ao trabalho de escrever e divulgar minhas obras. Não tenho talento, formação, experiência nem prática para ser editor. Nem de mim mesmo. É um posicionamento pessoal: não participo de coletâneas que exigem pagamento por parte do autor. Não tenho nada contra quem acha que isso seja uma boa ideia. Certamente, há bons trabalhos e coisas vergonhosas neste formato.
É este o meu ponto.
Sejamos sinceros, caros colegas escritores iniciantes, como eu: não é nada difícil identificar quem é sério e quem não é. Uma pesquisa rápida no Google, reler o e-mail daquele suposto agente literário cheio de erros grosseiros de português, procurar os livros publicados pela editora, a receptividade dos próprios escritores aos títulos editados por esta ou aquela casa, e assim por diante. Faça um favor a si mesmo, a suas obras, ao mercado e a todos nós: entre no Twitter e no Facebook e acompanhe o trabalho das pessoas e editoras que você acredita poderem ajudá-lo com a sua obra. Garanto que, em pouco tempo de pesquisa, os sérios se destacarão.
Além disso, se serve de alerta: não existem agentes literários de editoras, não importa o quão sedutor pareça aquele e-mail bisonho que alguns recebem de tempos em tempos. Sabe o que existe de bom? Bons leitores críticos, editores e escritores. Gente boa disposta a ajudar, com profissionalismo e cuidado. E, ao contrário daqueles supostos agentes, eles pedem de você apenas uma coisa (ok, além de pagar pelos seus serviços, no caso do leitor crítico): trabalho. Nada vai acontecer sem o seu trabalho - e uma boa dose de paciência e humildade, mas isso fica para outro post - e disposição para aprender e reescrever.
Cada escritor tem sua trajetória, e ela é única. A auto-publicação pode funcionar para você e para mim também, assim como a carreira tradicional em editoras. Há pessoas sérias trabalhando tanto em um formato quanto no outro. O problema não é este, no final das contas: o problema é que já passou da hora de valorizar naturalmente os bons profissionais e deixar os demais para trás.
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sexta-feira, 10 de maio de 2013
segunda-feira, 25 de março de 2013
Selecionados para Lendas Urbanas, da Llyr! Sou um deles!
É, eu sei que este post está mais do que atrasado, mas vale o registro: Fiquei muito feliz com o anúncio dos selecionados para a coletânea sobre Lendas Urbanas, da Llyr Editorial.
Os autores a seguir sairão nas versões impressas e em e-book:
Bruno Anselmi Matangrano – O beco dos aflitos
Carlos Eduardo Von Doellinger Manhães – Bandeira 2
Chico Pascoal – Loira
George Amaral – Zambiapunga
Gian Danton – Bom garoto
Paulo F. – O caso Rita
Ricardo Herdy – Fruto Santo proibido
Sid Castro – O beco dos inocentes
Suzy M. Hekamiah – O diário da ilha
Vitor Vitali – Ruído Fantasma
Vivi Maurey – Tudo breu
Zé Wellington – O mestre dos brinquedos
Já estes aqui (oi?) sairão exclusivamente em e-book:
Ana Lúcia Merege – Pobres Bichinhos
Caio Sinned – A passageira
Lucas Rocha – O homem invisível é dono dos teus olhos
Marcel Breton – Abissal
Marcus Achilles – O Velho do Saco
Pablo Amaral Rebello – A casa das almas perdidas
Vinicius Lisboa – Vem, pequenino
Parabéns a todos os selecionados!
Os autores a seguir sairão nas versões impressas e em e-book:
Bruno Anselmi Matangrano – O beco dos aflitos
Carlos Eduardo Von Doellinger Manhães – Bandeira 2
Chico Pascoal – Loira
George Amaral – Zambiapunga
Gian Danton – Bom garoto
Paulo F. – O caso Rita
Ricardo Herdy – Fruto Santo proibido
Sid Castro – O beco dos inocentes
Suzy M. Hekamiah – O diário da ilha
Vitor Vitali – Ruído Fantasma
Vivi Maurey – Tudo breu
Zé Wellington – O mestre dos brinquedos
Já estes aqui (oi?) sairão exclusivamente em e-book:
Ana Lúcia Merege – Pobres Bichinhos
Caio Sinned – A passageira
Lucas Rocha – O homem invisível é dono dos teus olhos
Marcel Breton – Abissal
Marcus Achilles – O Velho do Saco
Pablo Amaral Rebello – A casa das almas perdidas
Vinicius Lisboa – Vem, pequenino
Parabéns a todos os selecionados!
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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
Como assim "escritores de contos não são importantes"?
Momento WTF? da semana: No post The World Says: Short Stories Writers Are Crap, Silvia Moreno-Garcia conta a saga da página do escritor W.H. Pugmire na Wikipedia, que foi marcada para exclusão. Silvia descobriu, entre as justificativas para o expurgo, que Pugmire teria publicado apenas contos e poemas em revistas e antologias de pequenas editoras, em geral voltadas aos fãs de Lovecraft.
Parece-me que esta visão é um tanto comum no público geral. "Escritor" é o sujeito que escreveu um ou mais romances. Para parte do público, contos não chegam sequer a uma etapa intermediária antes do grande romance (e poesia, bem, é algo alienígena que quase ninguém lê). O desinteresse do público por contos é tão grande que já li, mais de uma vez, que os editores, depois do boom de contistas e cronistas brasileiros na segunda metade do século XX, têm fugido deles. E, sim, estou falando de literatura mainstream.
No mundinho da literatura fantástica brasileira, as coletâneas/antologias parecem suprir a ausência de periódicos dedicados aos gêneros e servem, assim, como veículos para a divulgação de novos autores, que vão ganhando desenvoltura ao lado de nomes consagrados (claro que não preciso dizer que falo dos trabalhos e editoras sérias). Não tenho como falar sobre as vendas destas edições, mas, considerando a sua presença no cenário da litfan brazuca, parece não fazer muito sentido pensar nos contos como uma forma "menor" de literatura, já que as antologias continuam a pipocar.
Talvez o maior fantasma esteja mesmo na cabeça dos escritores. A aparente fome inesgotável do mercado por trilogias e sagas extensas de fantasia tem lá sua parte nesta ideia besta. Quanto a isso, só posso falar de minha experiência pessoal, ou seja, o que funciona para mim pode muito bem não funcionar para ninguém mais. Não pretendo escrever agora nenhuma série de livros com dezenas de personagens e situações por uma razão muito simples: é um esforço que demanda o domínio de técnicas que ainda estou amadurecendo. Eu tenho algumas ideias para um projeto desta envergadura, mas no momento, dedico-me aos contos e a um romance ("volume único"), que já me dão trabalho suficiente. Não faço nada disso pensando na possível aceitação do tal mercado, mas como fruto de sinceridade comigo mesmo: Sinto-me mais a vontade para escrever assim e pronto. Encaro os contos como obras que precisam de tanta ou mais dedicação quanto um romance, cada um com seu potencial e limitações. E também os vejo como um campo de experimentação, para exercitar todas as partes de uma história: construção de mundo, personagens, diálogo, etc. Uma coisa não exclui a outra. Na verdade, quanto mais eu escrevo, mais me sinto a vontade tanto para contar histórias mais enxutas quanto mais longas - e, verdade seja dita, meus contos andam crescendo...
Já aconteceu comigo exatamente o que Silvia relata em seu blog: ao dizer que publiquei contos, a pessoa que perguntou perde o interesse (e quando descobre que é literatura fantástica então...). Não, não me incomodo. Sei onde quero chegar e gosto muito do que estou fazendo. Acredito, basicamente, em dedicação e trabalho árduo, em qualquer gênero e formato. E, se você é, assim como eu, um escritor iniciante que escreve contos, não deveria se preocupar com nada disso. Continue a nadar, diria a Dolly.
Quanto a leitores que realmente acreditam na bobagem dos formatos "inferiores", nunca leram Anton Tchekhov, Dalton Trevisan ou Asimov. Se eu estivesse entre eles, iria correndo experimentar estes e mutos outros grandes autores de pequenas narrativas.
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sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
Lançamento de Caçadores de Vampiros, da Editora Buriti
Já faz algum tempo que a coletânea Caçadores de Vampiros, da editora mineira (minha terra!) Buriti saiu. Depois da divulgação dos selecionados (eu estou entre eles) e da bela capa, agora o livro encontra-se à venda no site da editora e na Amazon.
Com prefácio exclusivo de Dacre Stoker, sobrinho-bisneto de Bram Stoker, a coletânea conta com os autores Adriano Siqueira, Alicia Azevedo, Allana Dilene, Carolina Contini, Georgette Silen, Marcel Breton (oi?) e Violet Fayard.
Além disso, a Buriti deu sequência a série "Caçadores..." com uma nova antologia aberta para submissão de contos, dedicados às bruxas, e outra, sobre mundos fantásticos. Mais sobre elas no post sobre as antologias com submissões abertas, em breve.
Com prefácio exclusivo de Dacre Stoker, sobrinho-bisneto de Bram Stoker, a coletânea conta com os autores Adriano Siqueira, Alicia Azevedo, Allana Dilene, Carolina Contini, Georgette Silen, Marcel Breton (oi?) e Violet Fayard.
Além disso, a Buriti deu sequência a série "Caçadores..." com uma nova antologia aberta para submissão de contos, dedicados às bruxas, e outra, sobre mundos fantásticos. Mais sobre elas no post sobre as antologias com submissões abertas, em breve.
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sexta-feira, 28 de setembro de 2012
Clube dos Leitores de Ficção Científica do Brasil entrega o Prêmio Argos de Literatura Fantástica
Por jornalismo CLFC
O retorno do Prêmio Argos de Literatura Fantástica foi considerado um dos pontos altos do VI Fantasticon – Simpósio de Literatura Fantástica. A cerimônia aconteceu no domingo, dia 23, às 13h, no auditório da Biblioteca Viriato Corrêa, em Vila Mariana, SP. O prêmio Argos 2012 é feito por votação direta dos sócios do Clube dos Leitores de Ficção Científica do Brasil e visa eleger os melhores romances e contos do gênero fantástico (ficção científica, fantasia e terror) publicados em língua portuguesa no ano de 2011.
O escritor Gerson Lodi-Ribeiro foi o vencedor da principal categoria, Melhor Romance, com o livro A Guardiã da Memória. Gerson também recebeu um prêmio especial pelo conjunto da obra e pelas contribuições à ficção científica nacional, dentre as quais, a própria criação do Argos no final do século passado.
Os outros indicados na categoria Romance, ou História Longa, foram: Eduardo Spohr com Filhos do Éden – Herdeiros de Atlântida; Flávio Carneiro com A Ilha; Luiz Bras com Sonho, Sombras e Super-heróis e Simone Saueressig com B9.
O médico mineiro, Flávio Medeiros Jr, levou o prêmio de melhor história curta com o conto O Pendão da Esperança, publicado na coletânea Space Opera. Os outros concorrentes eram: Alliah com Morgana Memphis Contra a Irmandade Gravibranâmica; Cirilo S. Lemos com O Auto do Extermínio; Clinton Davisson Fialho com A Esfera Dourada e Marcelo Jacinto Ribeiro com Seu Momento de Glória. Os livros premiados foram publicados pela editora Draco.
A festa foi feita com muito humor e suspense com clara alusão ao prêmio Oscar norte-americano, com direito a um pequeno teatro de cosplayers que terminou com a entrada triunfal do presidente do CLFC, Clinton Davisson, que foi o apresentador da cerimônia. De acordo com a tradutora Mary Farrah, que coordenou a apresentação teatral, o grupo de atores é composto por membros de diversos fãs clubes de Star Wars. “Combinamos com a diretoria do CLFC que essa apresentação se daria gratuitamente, em troca apenas de uma doação do Clube para a instituição Casa da Sopa de Nova Iguaçu. Graças aos sócios, algumas crianças carentes terão um cardápio mais diversificado durante, pelo menos, mais três meses”, falou.
O grande vencedor da noite, Gerson Lodi-Ribeiro, elogiou a festa e se disse emocionado tanto com as premiações que recebeu, quanto com as ações de caráter social que o CLFC vem adotando na nova gestão. “Ficção científica engajada, que serve não apenas para inspirar o futuro com que muitos de nós sonhamos, mas para cuidar e ajudar a consertar o presente. De arrepiar os pelos!”, afirmou.
O prêmio chegou a ser considerado o mais importante do gênero na virada do século quando teve quatro edições, 1999, 2000, 2001 e 2003. Segundo o presidente do Clube dos Leitores de Ficção Científica do Brasil – CLFC, Clinton Davisson, o retorno do Argos faz parte de um plano de metas que visa a retomada definitiva do Clube fundado em 1985 e que chegou a ser reconhecido pela Science Fiction and Fantasy Writers of America – SFWA como entidade representativa no Brasil. “Com o advento da internet, muitas das funções do CLFC foram perdendo a razão de ser. Quando assumi, em outubro do ano passado, a proposta era repensar a utilidade do Clube. Partimos primeiro para retomar tudo o que ele fazia antes, só que adaptado à nova realidade do século XXI; como o Somnium, o antigo fanzine em papel, que foi adaptado ao formato pdf para ser distribuído on-line; a criação da Biblioteca Nacional de Ficção Científica que estava prevista no estatuto; a volta do site oficial e, agora, o retorno do Prêmio Argos de Literatura Fantástica. Além disso, estamos criando coisas novas, como parceria com editoras para conseguir descontos para os sócios, sorteio de ingressos de cinema e, principalmente, ações sociais voltadas ao incentivo à leitura para crianças, cursos para jovens escritores e a formação de novos leitores”, explica Clinton.
Fonte: Somnium
O retorno do Prêmio Argos de Literatura Fantástica foi considerado um dos pontos altos do VI Fantasticon – Simpósio de Literatura Fantástica. A cerimônia aconteceu no domingo, dia 23, às 13h, no auditório da Biblioteca Viriato Corrêa, em Vila Mariana, SP. O prêmio Argos 2012 é feito por votação direta dos sócios do Clube dos Leitores de Ficção Científica do Brasil e visa eleger os melhores romances e contos do gênero fantástico (ficção científica, fantasia e terror) publicados em língua portuguesa no ano de 2011.
O escritor Gerson Lodi-Ribeiro foi o vencedor da principal categoria, Melhor Romance, com o livro A Guardiã da Memória. Gerson também recebeu um prêmio especial pelo conjunto da obra e pelas contribuições à ficção científica nacional, dentre as quais, a própria criação do Argos no final do século passado.
Os outros indicados na categoria Romance, ou História Longa, foram: Eduardo Spohr com Filhos do Éden – Herdeiros de Atlântida; Flávio Carneiro com A Ilha; Luiz Bras com Sonho, Sombras e Super-heróis e Simone Saueressig com B9.
O médico mineiro, Flávio Medeiros Jr, levou o prêmio de melhor história curta com o conto O Pendão da Esperança, publicado na coletânea Space Opera. Os outros concorrentes eram: Alliah com Morgana Memphis Contra a Irmandade Gravibranâmica; Cirilo S. Lemos com O Auto do Extermínio; Clinton Davisson Fialho com A Esfera Dourada e Marcelo Jacinto Ribeiro com Seu Momento de Glória. Os livros premiados foram publicados pela editora Draco.
A festa foi feita com muito humor e suspense com clara alusão ao prêmio Oscar norte-americano, com direito a um pequeno teatro de cosplayers que terminou com a entrada triunfal do presidente do CLFC, Clinton Davisson, que foi o apresentador da cerimônia. De acordo com a tradutora Mary Farrah, que coordenou a apresentação teatral, o grupo de atores é composto por membros de diversos fãs clubes de Star Wars. “Combinamos com a diretoria do CLFC que essa apresentação se daria gratuitamente, em troca apenas de uma doação do Clube para a instituição Casa da Sopa de Nova Iguaçu. Graças aos sócios, algumas crianças carentes terão um cardápio mais diversificado durante, pelo menos, mais três meses”, falou.
O grande vencedor da noite, Gerson Lodi-Ribeiro, elogiou a festa e se disse emocionado tanto com as premiações que recebeu, quanto com as ações de caráter social que o CLFC vem adotando na nova gestão. “Ficção científica engajada, que serve não apenas para inspirar o futuro com que muitos de nós sonhamos, mas para cuidar e ajudar a consertar o presente. De arrepiar os pelos!”, afirmou.
O prêmio chegou a ser considerado o mais importante do gênero na virada do século quando teve quatro edições, 1999, 2000, 2001 e 2003. Segundo o presidente do Clube dos Leitores de Ficção Científica do Brasil – CLFC, Clinton Davisson, o retorno do Argos faz parte de um plano de metas que visa a retomada definitiva do Clube fundado em 1985 e que chegou a ser reconhecido pela Science Fiction and Fantasy Writers of America – SFWA como entidade representativa no Brasil. “Com o advento da internet, muitas das funções do CLFC foram perdendo a razão de ser. Quando assumi, em outubro do ano passado, a proposta era repensar a utilidade do Clube. Partimos primeiro para retomar tudo o que ele fazia antes, só que adaptado à nova realidade do século XXI; como o Somnium, o antigo fanzine em papel, que foi adaptado ao formato pdf para ser distribuído on-line; a criação da Biblioteca Nacional de Ficção Científica que estava prevista no estatuto; a volta do site oficial e, agora, o retorno do Prêmio Argos de Literatura Fantástica. Além disso, estamos criando coisas novas, como parceria com editoras para conseguir descontos para os sócios, sorteio de ingressos de cinema e, principalmente, ações sociais voltadas ao incentivo à leitura para crianças, cursos para jovens escritores e a formação de novos leitores”, explica Clinton.
Fonte: Somnium
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quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Antologias, concursos e seleções
Chega a ser impressionante a quantidade de antologias e seleções abertas no início de 2011. Como bem disse a Ana Cristina Rodrigues em seu formspring:
Listo a seguir as de que me lembro agora. Se esqueci alguma, por favor deixe um comentário para que eu atualize este post. Mas não listarei coletâneas pagas, por razões pessoais - eu não participo deste tipo de antologia.
Steampink: Steampunk Para as Garotas - Contos steampunks escritos por mulheres, a visão feminina de um subgênero de grande sucesso no Brasil. Editora Estronho.
VII Demônios - Sete livros, um para cada demônio e o pecado associado. Editora Estronho.
Deus Ex-Machina : Anjos e Demônios na Era do Vapor - Mais steampunk, desta vez com batalhas entre as forças demoníacas e angelicais. Editora Estronho.
1000 Universos - A revista online chega ao seu terceiro número, conclamando os autores a escrever sobre fantasmas. Café de Ontem.
FC do B: Concurso que seleciona e publica autores e que também chega a sua terceira edição. FC do B.
Dieselpunk: Vapor é bom, mas para os organizadores desta antologia, fumaça é muito melhor. Editora Draco.
A Fantástica Literatura Queer: Contos de FC & F dedicados à diversidade sexual. Tarja Editorial.
A quantidade, a variedade e o interesse despertado pelas antologias são uma demonstração do crescimento do mercado brasileiro de literatura fantástica. Para quem, como eu, tem interesse em melhorar como autor e chegar a ser publicado, estas são um caminho sólido e profissional.
As antologias cobrem um nicho que aqui no Brasil não existe, que é o das revistas literárias. Muitas carreiras lá foram começam assim, com a publicação de contos em várias publicações para só depois chegar ao romance. E muitos escritores permanecem escrevendo somente histórias curtas, fazendo carreira como contistas.
Listo a seguir as de que me lembro agora. Se esqueci alguma, por favor deixe um comentário para que eu atualize este post. Mas não listarei coletâneas pagas, por razões pessoais - eu não participo deste tipo de antologia.
Steampink: Steampunk Para as Garotas - Contos steampunks escritos por mulheres, a visão feminina de um subgênero de grande sucesso no Brasil. Editora Estronho.
VII Demônios - Sete livros, um para cada demônio e o pecado associado. Editora Estronho.
Deus Ex-Machina : Anjos e Demônios na Era do Vapor - Mais steampunk, desta vez com batalhas entre as forças demoníacas e angelicais. Editora Estronho.
1000 Universos - A revista online chega ao seu terceiro número, conclamando os autores a escrever sobre fantasmas. Café de Ontem.
FC do B: Concurso que seleciona e publica autores e que também chega a sua terceira edição. FC do B.
Dieselpunk: Vapor é bom, mas para os organizadores desta antologia, fumaça é muito melhor. Editora Draco.
A Fantástica Literatura Queer: Contos de FC & F dedicados à diversidade sexual. Tarja Editorial.
A quantidade, a variedade e o interesse despertado pelas antologias são uma demonstração do crescimento do mercado brasileiro de literatura fantástica. Para quem, como eu, tem interesse em melhorar como autor e chegar a ser publicado, estas são um caminho sólido e profissional.
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terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Sobrevivi a Cursed City!
Cursed City, a antologia de contos terror e western lançada pelo Estronho, divulgou a lista de sobreviventes e eu sou um deles! Estarei em ótima companhia, o que é ótimo; afinal, para passar pela velha e empoeirada cidade mais temida do Oeste, é melhor não estar sozinho...
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